{"id":3135,"date":"2021-06-01T15:42:09","date_gmt":"2021-06-01T18:42:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.p22on.com.br\/?p=3135"},"modified":"2022-02-22T08:06:02","modified_gmt":"2022-02-22T11:06:02","slug":"dicionario-dicas-de-leitura-videos-afins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.p22on.com.br\/2021\/06\/01\/dicionario-dicas-de-leitura-videos-afins\/","title":{"rendered":"Dicion\u00e1rio, dicas de leitura, v\u00eddeos & afins"},"content":{"rendered":"\r\n<p><em>Compila\u00e7\u00e3o: por <strong>Am\u00e1lia Safatle<\/strong>_ Foto: Robert Anasch\/ Unsplash<\/em><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h4 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-align: center;\"><strong>Dicion\u00e1rio<\/strong><\/h4>\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p><strong>Agricultura sintr\u00f3pica<\/strong> \u2013 segundo o criador desse conceito, o su\u00ed\u00e7o Ernst G\u00f6tsch, \u00e9 um sistema que re\u00fane, na mesma \u00e1rea, a produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as, frutas e madeira, al\u00e9m de recuperar \u00e1reas degradadas e proteger o meio ambiente.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Agroecologia <\/strong>\u2013 segundo a Embrapa, \u00e9 uma ci\u00eancia em constru\u00e7\u00e3o que integra conhecimentos de Agronomia, Ecologia, Economia e Sociologia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Agrofloresta ou Sistema Agroflorestal<\/strong> (SAF) \u2013 segundo o WRI, s\u00e3o sistemas em que esp\u00e9cies perenes como \u00e1rvores, arbustos, palmeiras e bambus s\u00e3o utilizadas em uma mesma \u00e1rea com culturas agr\u00edcolas e\/ou animais. H\u00e1 diversos tipos de SAFs, desde sistemas simplificados, com poucas esp\u00e9cies e baixa intensidade de manejo, at\u00e9 sistemas altamente complexos, com alta biodiversidade e alta intensidade de manejo. Aplica-se bem em propriedades menores, que podem obter receitas no curto prazo de diversos produtos em tempos diferentes de colheita (frutos, sementes etc.), enquanto crescem as \u00e1rvores que v\u00e3o gerar receita em ciclos de cultura mais longos (madeira).<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Cadastro Ambiental Rural<\/strong> (CAR) \u2013 registro p\u00fablico eletr\u00f4nico de \u00e2mbito nacional, obrigat\u00f3rio para todos os im\u00f3veis rurais, com a finalidade de integrar as informa\u00e7\u00f5es ambientais das propriedades e posses rurais. Se o im\u00f3vel rural n\u00e3o apresentar passivo ambiental, estar\u00e1 regularizado apenas com a inscri\u00e7\u00e3o do CAR. Mas caso seja constatada a exist\u00eancia de passivo ambiental, o propriet\u00e1rio poder\u00e1 aderir ao Programa de Regulariza\u00e7\u00e3o Ambiental (PRA) e apresentar o conjunto de a\u00e7\u00f5es ambientais a serem desenvolvidas para regularizar o seu im\u00f3vel.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Desafio de Bonn<\/strong> (The Bonn Challenge) \u2013 acordo que prev\u00ea atingir a meta global de recuperar 350 milh\u00f5es de hectares at\u00e9 2030. \u00c9 coordenado pelo governo alem\u00e3o e pela Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN), em conjunto com o World Resources Institute (WRI) e o governo da Noruega.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Esp\u00e9cie ex\u00f3tica<\/strong> (<em>Exotic species <\/em>ou<em> Non-native species<\/em>) \u2013 esp\u00e9cie oriunda de determinada regi\u00e3o, encontrada em outra onde n\u00e3o ocorre naturalmente. Compreende esp\u00e9cies cultivadas (ornamentais ou comerciais) e esp\u00e9cies invasoras. Muitas vezes o conceito \u00e9 aplicado com base nos limites territoriais de um pa\u00eds, o que \u00e9 um equ\u00edvoco. Por exemplo, esp\u00e9cies amaz\u00f4nicas devem ser consideradas ex\u00f3ticas na Mata Atl\u00e2ntica, e esp\u00e9cies exclusivas da Mata Atl\u00e2ntica do Nordeste s\u00e3o ex\u00f3ticas na Mata Atl\u00e2ntica do Sudeste.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Esp\u00e9cie invasora<\/strong> (<em>Invasive species<\/em>) \u2013 esp\u00e9cie n\u00e3o nativa (animal, vegetal ou micro-organismo) que coloniza e, sem interven\u00e7\u00e3o humana, expande sua popula\u00e7\u00e3o em um ecossistema que n\u00e3o ocupava naturalmente (Py\u0161ek, 1995; Mack et al., 2000; Richardson et al., 2000).*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Esp\u00e9cies pioneiras, secund\u00e1rias e de cl\u00edmax<\/strong> \u2013 por suportarem condi\u00e7\u00f5es extremas, como varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e solos pobres em nutrientes, as pioneiras s\u00e3o as primeiras a ocorrer nos lugares que ainda n\u00e3o possuem vegeta\u00e7\u00e3o, abrindo caminho para a chegada das outras esp\u00e9cies no processo de sucess\u00e3o ecol\u00f3gica. \u00c0 medida que nutrientes, sombra e \u00e1gua no solo tornam-se mais dispon\u00edveis, as secund\u00e1rias encontram condi\u00e7\u00f5es ideais para germinar e v\u00e3o tomando espa\u00e7o das pioneiras, que t\u00eam um ciclo de vida curto. A partir de grande quantidade de nutrientes, condi\u00e7\u00f5es e recursos ideais, surgem as esp\u00e9cies cl\u00edmax, que s\u00e3o muito mais exigentes e t\u00eam um ciclo de vida longo.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Externalidades<\/strong> \u2013 reflexos negativos ou positivos de uma atividade que s\u00e3o sentidos por aqueles que pouco ou nada contribu\u00edram para ger\u00e1-los.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Mata ciliar<\/strong> (<em>Riparian forest<\/em>) \u2013 denomina\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o existente na zona rip\u00e1ria (localizada junto a corpos d\u2019\u00e1gua) quando esta vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 florestal, assim como \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o na zona de interfl\u00favio (compreendida pelas \u00e1reas de uma bacia hidrogr\u00e1fica que ficam fora da influ\u00eancia da zona rip\u00e1ria).*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Pagamento por Servi\u00e7os Ambientais<\/strong> &#8211; PSA (Payment for Ecosystem Services &#8211; PES) \u2013 sistema de remunera\u00e7\u00e3o por meio do qual o agente que promove o benef\u00edcio ambiental \u00e9 recompensado e o benefici\u00e1rio deve pagar o valor econ\u00f4mico referente.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Paisagem <\/strong>(<em>Landscape<\/em>) \u2013 agrupamento de ecossistemas que s\u00e3o arranjados em padr\u00f5es reconhec\u00edveis e que trocam organismos e materiais, como \u00e1gua (Forman e Gordon, 1986); mosaico interativo formado por ecossistemas naturais, sistemas de produ\u00e7\u00e3o e espa\u00e7os destinados a usos sociais e econ\u00f4micos.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Pl\u00e2ntula<\/strong> \u2013 embri\u00e3o vegetal j\u00e1 desenvolvido e ainda encerrado na semente ou, tamb\u00e9m, planta rec\u00e9m-nascida.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Pousio<\/strong> \u2013 per\u00edodo em que as terras s\u00e3o deixadas sem semeadura para repousarem.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Prop\u00e1gulo <\/strong>\u2013 qualquer parte de um vegetal capaz de multiplic\u00e1-lo ou propag\u00e1-lo vegetativamente, por exemplo, fragmentos de talo ou ramo.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Recomposi\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 a\u00e7\u00e3o de recompor exatamente as esp\u00e9cies que existiam no sistema original.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Reflorestamento<\/strong> (<em>Reforestation<\/em>) \u2013 planta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores, nativas ou n\u00e3o, para forma\u00e7\u00e3o de uma estrutura florestal em \u00e1rea que foi desmatada h\u00e1 menos de 50 anos.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Regenera\u00e7\u00e3o natural<\/strong> (<em>Natural regeneration<\/em>) \u2013\u00a0 conjunto de processos pelos quais plantas seestabelecem em \u00e1rea a ser restaurada ou em restaura\u00e7\u00e3o, sem que tenham sido introduzidas deliberadamente por a\u00e7\u00e3o humana.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Regenera\u00e7\u00e3o natural assistida<\/strong> (<em>Assisted natural regeneration<\/em>) \u2013 conjunto de interven\u00e7\u00f5es planejadas que visa potencializar a regenera\u00e7\u00e3o natural da vegeta\u00e7\u00e3o em uma determinada \u00e1rea em processo de restaura\u00e7\u00e3o, tais como introdu\u00e7\u00e3o de elementos atrativos da fauna dispersora de sementes, controle de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas competidoras e cria\u00e7\u00e3o de micross\u00edtios favor\u00e1veis ao estabelecimento de esp\u00e9cies nativas.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Restaura\u00e7\u00e3o de habitat<\/strong> (<em>Habitat restoration<\/em>) \u2013 restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica com respeito \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de vida de uma esp\u00e9cie em particular.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica<\/strong> (<em>Ecological restoration<\/em>) \u2013 processo e pr\u00e1tica de auxiliar a recupera\u00e7\u00e3o de um ecossistema que foi degradado, danificado ou destru\u00eddo (SER, 2004).*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Restaura\u00e7\u00e3o florestal<\/strong> (<em>Forest restoration<\/em>) \u2013 restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica aplicada a ecossistemas florestais.*<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Servi\u00e7os ecossist\u00eamicos<\/strong> \u2013 contribui\u00e7\u00f5es diretas e indiretas dos ecossistemas ao bem-estar humano, tais como oferta e qualidade de \u00e1gua, biodiversidade, provis\u00e3o de biomassa, prote\u00e7\u00e3o do solo, poliniza\u00e7\u00e3o, regula\u00e7\u00e3o do clima, assimila\u00e7\u00e3o de efluentes, recrea\u00e7\u00e3o e turismo.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Sistema agrosilvipastoril<\/strong> \u2013 segundo a Embrapa, integra, em uma mesma \u00e1rea, o plantio de ro\u00e7ados (lavouras), a cria\u00e7\u00e3o de animais (pecu\u00e1ria) e a preserva\u00e7\u00e3o da mata (florestas). Assim, aumenta a quantidade de alimentos produzidos com pr\u00e1ticas que n\u00e3o agridem a natureza.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong><em>Tipping point<\/em><\/strong>\u00a0 \u2013 express\u00e3o inglesa que significa ponto de inflex\u00e3o e, neste contexto, refere-se ao ponto de n\u00e3o retorno da capacidade regenerativa da natureza.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p class=\"has-small-font-size\">*Fonte: <em>Conceitos e defini\u00e7\u00f5es correlatos \u00e0 ci\u00eancia e pr\u00e1tica da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica<\/em>, da Secretaria de Meio Ambiente de S\u00e3o Paulo, Instituto Florestal, 2011.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h4 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-align: center;\"><strong>Dicas de leitura, v\u00eddeos &amp; afins<\/strong><\/h4>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Voc\u00ea sabia que\u2026<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&#8230; restaurar 30% das \u00e1reas degradadas do planeta de forma otimizada pode salvar 71% de esp\u00e9cies da extin\u00e7\u00e3o e absorver quase a metade do carbono acumulado na atmosfera desde a Revolu\u00e7\u00e3o Industrial?<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Assista ao v\u00eddeo que apresenta os principais resultados do <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-020-2784-9.epdf?sharing_token=UNsWpkG2HQKGOw7nzfCErtRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0O-LQbPFf5E56f7ybAlUXkb1L-z8Kd4n4dc-mn9UB_YlzQ7iq4Jjw2bFs85xwI92S92463LXrOZLWvh04BZTMZT7jGfI4cX2oiA5FLi9FfgKgNlZgwhkytH52v4OU-cOqk%3D\">estudo<\/a> liderado pelo cientista em sustentabilidade Bernardo Strassburg, publicado na revista <em>Nature<\/em> em outubro de 2020:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" class=\"wp-image-3160\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\r\n<figcaption>Muriqui na Mata do Barreiro Rico, em Anhembi (SP). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n\r\n<p><strong>Aprofunde-se<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul>\r\n<li>Aqui, um <a href=\"https:\/\/www.forestlandscaperestoration.org\/images\/gpflr_final%2027aug.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem (abre numa nova aba)\">dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem<\/a> (em ingl\u00eas). Confira os n\u00fameros:<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"373\" height=\"465\" class=\"wp-image-3161\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png 373w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros-241x300.png 241w\" sizes=\"(max-width: 373px) 100vw, 373px\" \/><\/figure>\r\n<\/div>\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<ul>\r\n<li>E neste relat\u00f3rio preparado pelo WWF, voc\u00ea encontra um <a href=\"https:\/\/www.wwf.de\/fileadmin\/fm-wwf\/Publikationen-PDF\/WWF-Studie-FLR-The-Roles-of-Governance-and-Economics.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"estudo de casos no mundo (abre numa nova aba)\">estudo de casos no mundo<\/a>.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n<p><strong>Agricultura regenerativa \u2013 do que estamos falando?<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A\u00a0 express\u00e3o \u201cagricultura regenerativa\u201d caiu na gra\u00e7as do mundo empresarial. Mas o que significa mesmo? Seria apenas um termo repaginado da velha e boa agrofloresta? <a href=\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Este estudo (abre numa nova aba)\">Este estudo<\/a>, em ingl\u00eas, mostra que sobram dissensos tanto sobre seus fundamentos quanto as formas pelas quais seus benef\u00edcios devem ser quantificados. As discord\u00e2ncias incluem temas como o poder de mercado, a equidade racial e a propriedade da terra. Quase metade dos artigos de peri\u00f3dicos acad\u00eamicos que usam o termo &#8220;agricultura regenerativa&#8221; n\u00e3o fornece nenhuma defini\u00e7\u00e3o. Saiba mais:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-the-counter\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o restaura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Um guia pr\u00e1tico, acess\u00edvel e engajador para as novas gera\u00e7\u00f5es: <em><a href=\"https:\/\/unenvironment.widen.net\/s\/ffjvzcfldw\/ecosystem-restoration-playbook?fbclid=IwAR0Iv-bVAgqPjyTztWAVGIRyk01k2KDJcDP1rrryXg0SUQb5AkMVjHdJjvs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Ecosystem Restoration Playbook<\/a><\/em>, desenvolvido para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2021. #generationrestoration<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"464\" class=\"wp-image-3158\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png 678w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook-300x205.png 300w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Uma \u00e1rvore para chamar de sua<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Vale assistir ao depoimento da primat\u00f3loga Jane Goodall, durante o lan\u00e7amento da iniciativa Um Trilh\u00e3o de \u00c1rvores. As descobertas da cientista, nascida em 1931, mudaram a compreens\u00e3o humana sobre os chimpanz\u00e9s. Neste v\u00eddeo, ela responde \u00e0s pessoas que perguntam o que podem fazer para ajudar: &#8220;Plante uma \u00e1rvore&#8221;. E sugere que deem um nome para a planta, assim como ela fez com os chimpanz\u00e9s que estudou:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Muriqui e carbono<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Com o hist\u00f3rico de tr\u00eas inc\u00eandios em menos de 10 anos, a Mata do Barreiro Rico, no munic\u00edpio paulista de Anhembi, \u00e9 um dos \u00faltimos habitats do muriqui-do-sul, o maior macaco das Am\u00e9ricas. A esp\u00e9cie est\u00e1 criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN). Por esses motivos, a floresta foi escolhida para a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o do Programa Mata Viva, criado em 1984 pela Funda\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Eco, mantida pela Basf. O investimento j\u00e1 realizado de R$ 100 mil tem o objetivo de promover a conectividade dos fragmentos florestais da regi\u00e3o, por meio do plantio de 8.500 mudas.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Estima-se que a restaura\u00e7\u00e3o realizada em cinco hectares da mata remover\u00e1 cerca de 1.200 toneladas de carbono da atmosfera ao longo do ciclo de seu desenvolvimento. Por meio de uma ferramenta do\u00a0<strong>SustenBot<\/strong>, a calculadora da pegada de carbono desenvolvida pela funda\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel calcular as emiss\u00f5es de CO<sub>\u00b2<\/sub>\u00a0geradas por indiv\u00edduo ou organiza\u00e7\u00e3o, e compens\u00e1-las por meio de doa\u00e7\u00f5es de mudas para restaura\u00e7\u00e3o florestal junto ao Programa Mata Viva.<\/p>\r\n\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3160,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" class=\"wp-image-3160\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\r\n<figcaption>Muriqui na Mata do Barreiro Rico, em Anhembi (SP). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Aprofunde-se<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>Aqui, um <a href=\"https:\/\/www.forestlandscaperestoration.org\/images\/gpflr_final%2027aug.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem (abre numa nova aba)\">dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem<\/a> (em ingl\u00eas). Confira os n\u00fameros:<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:image {\"id\":3161,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"373\" height=\"465\" class=\"wp-image-3161\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png 373w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros-241x300.png 241w\" sizes=\"(max-width: 373px) 100vw, 373px\" \/><\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>E neste relat\u00f3rio preparado pelo WWF, voc\u00ea encontra um <a href=\"https:\/\/www.wwf.de\/fileadmin\/fm-wwf\/Publikationen-PDF\/WWF-Studie-FLR-The-Roles-of-Governance-and-Economics.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"estudo de casos no mundo (abre numa nova aba)\">estudo de casos no mundo<\/a>.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/1MM5cUqdDZs<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n<p><strong>A Mata Atl\u00e2ntica d\u00e1 o tom<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Acesse <a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/florestas\/podcast-tom-da-mata-traz-historias-sobre-restauracao-da-mata-atlantica\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">aqui os podcasts<\/a> do Tom da Mata, um projeto do <a href=\"https:\/\/www.pactomataatlantica.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Pacto para a Restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica<\/a>. A s\u00e9rie d\u00e1 voz a pessoas envolvidas com a restaura\u00e7\u00e3o do bioma mais desmatado do Brasil, desde artistas e celebridades engajadas no plantio de \u00e1rvores at\u00e9 t\u00e9cnicos e pesquisadores acad\u00eamicos. O Pacto, por sua vez, \u00e9 um movimento de organiza\u00e7\u00f5es e produtores para recuperar a cobertura florestal da Mata Atl\u00e2ntica. As estimativas do Pacto s\u00e3o de que <a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/2019\/07\/por-que-mata-atlantica-e-o-lugar-ideal-para-restauracao-de-florestas-e-paisagens\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">mais de 700 mil hectares de florestas<\/a> j\u00e1 est\u00e3o em restaura\u00e7\u00e3o em todo o bioma. A meta \u00e9 atingir 15 milh\u00f5es de hectares restaurados at\u00e9 2050.<\/p>\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p><strong>Papel do governo<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Lan\u00e7ado pelo governo em 2017, o Plano Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o da Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa (Planaveg) visa ampliar e fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas, incentivos financeiros, mercados, tecnologias de recupera\u00e7\u00e3o, boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias e outras medidas necess\u00e1rias para a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, principalmente em \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) e Reserva Legal (RL), mas tamb\u00e9m em \u00e1reas degradadas com baixa produtividade agr\u00edcola. <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mma\/pt-br\/assuntos\/servicosambientais\/ecossistemas-1\/conservacao-1\/politica-nacional-de-recuperacao-da-vegetacao-nativa\/planaveg_plano_nacional_recuperacao_vegetacao_nativa.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Acesse o plano aqui (abre numa nova aba)\">Acesse o plano aqui<\/a>.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Um agricultor-fil\u00f3sofo<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em 1978, ao lan\u00e7ar o livro <em>The One-Straw Revolution <\/em>(ou <em>A <\/em><em>revolu\u00e7\u00e3o de uma <\/em><em>palha<\/em>, em tradu\u00e7\u00e3o livre), o agricultor Masanobu Fukuoka (1913-2008) falou diretamente com o crescente movimento de agricultores org\u00e2nicos e ativistas que buscavam um novo modo de vida. Crescido em uma fazenda na ilha de Shikoku, no Jap\u00e3o, ele chamou o m\u00e9todo de &#8220;agricultura natural&#8221;, que envolvia trabalhar com a natureza, e n\u00e3o em oposi\u00e7\u00e3o a ela.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Fukuoka passou anos trabalhando com pessoas e organiza\u00e7\u00f5es na \u00c1frica, \u00cdndia, Sudeste Asi\u00e1tico, Europa e Estados Unidos para provar a viabilidade de cultivar alimentos e regenerar florestas com muito pouca irriga\u00e7\u00e3o nos lugares mais desolados.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Seu \u00faltimo livro, <em>Sowing Seeds in the Desert <\/em>(ou <em>Semeando <\/em><em>sementes no <\/em><em>deserto<\/em>), \u00e9 um somat\u00f3rio daqueles anos de viagens e pesquisas. Na obra, apresenta um plano para reabilitar os desertos do mundo usando a agricultura natural, incluindo solu\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas para alimentar uma crescente popula\u00e7\u00e3o humana, reabilitar paisagens danificadas, reverter a propaga\u00e7\u00e3o da desertifica\u00e7\u00e3o e fornecer uma compreens\u00e3o profunda da rela\u00e7\u00e3o entre os seres humanos e a natureza. Conhe\u00e7a mais sobre os ensinamentos de Fukuoka neste pequeno document\u00e1rio de 1975:<\/p>\r\n\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Agricultura regenerativa \u2013 do que estamos falando?<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>A\u00a0 express\u00e3o \u201cagricultura regenerativa\u201d caiu na gra\u00e7as do mundo empresarial. Mas o que significa mesmo? Seria apenas um termo repaginado da velha e boa agrofloresta? <a href=\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Este estudo (abre numa nova aba)\">Este estudo<\/a>, em ingl\u00eas, mostra que sobram dissensos tanto sobre seus fundamentos quanto as formas pelas quais seus benef\u00edcios devem ser quantificados. As discord\u00e2ncias incluem temas como o poder de mercado, a equidade racial e a propriedade da terra. Quase metade dos artigos de peri\u00f3dicos acad\u00eamicos que usam o termo &#8220;agricultura regenerativa&#8221; n\u00e3o fornece nenhuma defini\u00e7\u00e3o. Saiba mais:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/wordpress {\"url\":\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\",\"type\":\"wp-embed\",\"providerNameSlug\":\"the-counter\",\"className\":\"\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-the-counter\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/wordpress -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o restaura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Um guia pr\u00e1tico, acess\u00edvel e engajador para as novas gera\u00e7\u00f5es: <em><a href=\"https:\/\/unenvironment.widen.net\/s\/ffjvzcfldw\/ecosystem-restoration-playbook?fbclid=IwAR0Iv-bVAgqPjyTztWAVGIRyk01k2KDJcDP1rrryXg0SUQb5AkMVjHdJjvs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Ecosystem Restoration Playbook<\/a><\/em>, desenvolvido para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2021. #generationrestoration<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3158} -->\r\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"464\" class=\"wp-image-3158\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png 678w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook-300x205.png 300w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/figure>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Uma \u00e1rvore para chamar de sua<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Vale assistir ao depoimento da primat\u00f3loga Jane Goodall, durante o lan\u00e7amento da iniciativa Um Trilh\u00e3o de \u00c1rvores. As descobertas da cientista, nascida em 1931, mudaram a compreens\u00e3o humana sobre os chimpanz\u00e9s. Neste v\u00eddeo, ela responde \u00e0s pessoas que perguntam o que podem fazer para ajudar: &#8220;Plante uma \u00e1rvore&#8221;. E sugere que deem um nome para a planta, assim como ela fez com os chimpanz\u00e9s que estudou:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/youtube -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Muriqui e carbono<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Com o hist\u00f3rico de tr\u00eas inc\u00eandios em menos de 10 anos, a Mata do Barreiro Rico, no munic\u00edpio paulista de Anhembi, \u00e9 um dos \u00faltimos habitats do muriqui-do-sul, o maior macaco das Am\u00e9ricas. A esp\u00e9cie est\u00e1 criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN). Por esses motivos, a floresta foi escolhida para a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o do Programa Mata Viva, criado em 1984 pela Funda\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Eco, mantida pela Basf. O investimento j\u00e1 realizado de R$ 100 mil tem o objetivo de promover a conectividade dos fragmentos florestais da regi\u00e3o, por meio do plantio de 8.500 mudas.\u00a0<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Estima-se que a restaura\u00e7\u00e3o realizada em cinco hectares da mata remover\u00e1 cerca de 1.200 toneladas de carbono da atmosfera ao longo do ciclo de seu desenvolvimento. Por meio de uma ferramenta do\u00a0<strong>SustenBot<\/strong>, a calculadora da pegada de carbono desenvolvida pela funda\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel calcular as emiss\u00f5es de CO<sub>\u00b2<\/sub>\u00a0geradas por indiv\u00edduo ou organiza\u00e7\u00e3o, e compens\u00e1-las por meio de doa\u00e7\u00f5es de mudas para restaura\u00e7\u00e3o florestal junto ao Programa Mata Viva.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3160,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" class=\"wp-image-3160\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\r\n<figcaption>Muriqui na Mata do Barreiro Rico, em Anhembi (SP). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Aprofunde-se<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>Aqui, um <a href=\"https:\/\/www.forestlandscaperestoration.org\/images\/gpflr_final%2027aug.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem (abre numa nova aba)\">dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem<\/a> (em ingl\u00eas). Confira os n\u00fameros:<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:image {\"id\":3161,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"373\" height=\"465\" class=\"wp-image-3161\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png 373w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros-241x300.png 241w\" sizes=\"(max-width: 373px) 100vw, 373px\" \/><\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>E neste relat\u00f3rio preparado pelo WWF, voc\u00ea encontra um <a href=\"https:\/\/www.wwf.de\/fileadmin\/fm-wwf\/Publikationen-PDF\/WWF-Studie-FLR-The-Roles-of-Governance-and-Economics.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"estudo de casos no mundo (abre numa nova aba)\">estudo de casos no mundo<\/a>.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YAQxp-rkFVM<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n<p><strong>Uma futura pandemia poderia vir da Amaz\u00f4nia?<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A resposta \u00e9 sim, segundo <a href=\"https:\/\/www.iis-rio.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/portuguese-pandemic-prevention-in-the-amazon-2021.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">este relat\u00f3rio da Conserva\u00e7\u00e3o Internacional<\/a>. Embora seja considerada atualmente uma \u00e1rea de baixo cont\u00e1gio, a Amaz\u00f4nia possui caracter\u00edsticas como alta diversidade de animais selvagens hospedeiros de v\u00edrus, combinadas a taxas crescentes de desmatamento e degrada\u00e7\u00e3o florestal. Por isso, a regi\u00e3o deve ser considerada como alta prioridade para os esfor\u00e7os globais de preven\u00e7\u00e3o a futuras pandemias. O estudo sugere a\u00e7\u00f5es importantes para manter o cont\u00e1gio baixo na Amaz\u00f4nia e traz recomenda\u00e7\u00f5es para pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p>Confira abaixo o mapa de <em>hotspots<\/em> de doen\u00e7as infecciosas emergentes (EID, na sigla em ingl\u00eas)<\/p>\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"733\" height=\"494\" class=\"wp-image-3163\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/hotspots.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/hotspots.png 733w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/hotspots-300x202.png 300w\" sizes=\"(max-width: 733px) 100vw, 733px\" \/><\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Dicas<\/strong>:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Dez regras de ouro para o reflorestamento, segundo Pedro Brancalion, professor da Esalq-USP:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/gC5_Vu_VQuI<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p>Como usar o Observat\u00f3rio da Restaura\u00e7\u00e3o e Reflorestamento:<\/p>\r\n\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/youtu.be\/1MM5cUqdDZs\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/1MM5cUqdDZs<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>A Mata Atl\u00e2ntica d\u00e1 o tom<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Acesse <a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/florestas\/podcast-tom-da-mata-traz-historias-sobre-restauracao-da-mata-atlantica\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">aqui os podcasts<\/a> do Tom da Mata, um projeto do <a href=\"https:\/\/www.pactomataatlantica.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Pacto para a Restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica<\/a>. A s\u00e9rie d\u00e1 voz a pessoas envolvidas com a restaura\u00e7\u00e3o do bioma mais desmatado do Brasil, desde artistas e celebridades engajadas no plantio de \u00e1rvores at\u00e9 t\u00e9cnicos e pesquisadores acad\u00eamicos. O Pacto, por sua vez, \u00e9 um movimento de organiza\u00e7\u00f5es e produtores para recuperar a cobertura florestal da Mata Atl\u00e2ntica. As estimativas do Pacto s\u00e3o de que <a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/2019\/07\/por-que-mata-atlantica-e-o-lugar-ideal-para-restauracao-de-florestas-e-paisagens\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">mais de 700 mil hectares de florestas<\/a> j\u00e1 est\u00e3o em restaura\u00e7\u00e3o em todo o bioma. A meta \u00e9 atingir 15 milh\u00f5es de hectares restaurados at\u00e9 2050.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Papel do governo<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Lan\u00e7ado pelo governo em 2017, o Plano Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o da Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa (Planaveg) visa ampliar e fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas, incentivos financeiros, mercados, tecnologias de recupera\u00e7\u00e3o, boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias e outras medidas necess\u00e1rias para a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, principalmente em \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) e Reserva Legal (RL), mas tamb\u00e9m em \u00e1reas degradadas com baixa produtividade agr\u00edcola. <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mma\/pt-br\/assuntos\/servicosambientais\/ecossistemas-1\/conservacao-1\/politica-nacional-de-recuperacao-da-vegetacao-nativa\/planaveg_plano_nacional_recuperacao_vegetacao_nativa.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Acesse o plano aqui (abre numa nova aba)\">Acesse o plano aqui<\/a>.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Um agricultor-fil\u00f3sofo<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Em 1978, ao lan\u00e7ar o livro <em>The One-Straw Revolution <\/em>(ou <em>A <\/em><em>revolu\u00e7\u00e3o de uma <\/em><em>palha<\/em>, em tradu\u00e7\u00e3o livre), o agricultor Masanobu Fukuoka (1913-2008) falou diretamente com o crescente movimento de agricultores org\u00e2nicos e ativistas que buscavam um novo modo de vida. Crescido em uma fazenda na ilha de Shikoku, no Jap\u00e3o, ele chamou o m\u00e9todo de &#8220;agricultura natural&#8221;, que envolvia trabalhar com a natureza, e n\u00e3o em oposi\u00e7\u00e3o a ela.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Fukuoka passou anos trabalhando com pessoas e organiza\u00e7\u00f5es na \u00c1frica, \u00cdndia, Sudeste Asi\u00e1tico, Europa e Estados Unidos para provar a viabilidade de cultivar alimentos e regenerar florestas com muito pouca irriga\u00e7\u00e3o nos lugares mais desolados.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Seu \u00faltimo livro, <em>Sowing Seeds in the Desert <\/em>(ou <em>Semeando <\/em><em>sementes no <\/em><em>deserto<\/em>), \u00e9 um somat\u00f3rio daqueles anos de viagens e pesquisas. Na obra, apresenta um plano para reabilitar os desertos do mundo usando a agricultura natural, incluindo solu\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas para alimentar uma crescente popula\u00e7\u00e3o humana, reabilitar paisagens danificadas, reverter a propaga\u00e7\u00e3o da desertifica\u00e7\u00e3o e fornecer uma compreens\u00e3o profunda da rela\u00e7\u00e3o entre os seres humanos e a natureza. Conhe\u00e7a mais sobre os ensinamentos de Fukuoka neste pequeno document\u00e1rio de 1975:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Agricultura regenerativa \u2013 do que estamos falando?<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>A\u00a0 express\u00e3o \u201cagricultura regenerativa\u201d caiu na gra\u00e7as do mundo empresarial. Mas o que significa mesmo? Seria apenas um termo repaginado da velha e boa agrofloresta? <a href=\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Este estudo (abre numa nova aba)\">Este estudo<\/a>, em ingl\u00eas, mostra que sobram dissensos tanto sobre seus fundamentos quanto as formas pelas quais seus benef\u00edcios devem ser quantificados. As discord\u00e2ncias incluem temas como o poder de mercado, a equidade racial e a propriedade da terra. Quase metade dos artigos de peri\u00f3dicos acad\u00eamicos que usam o termo &#8220;agricultura regenerativa&#8221; n\u00e3o fornece nenhuma defini\u00e7\u00e3o. Saiba mais:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/wordpress {\"url\":\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\",\"type\":\"wp-embed\",\"providerNameSlug\":\"the-counter\",\"className\":\"\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-the-counter\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/wordpress -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o restaura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Um guia pr\u00e1tico, acess\u00edvel e engajador para as novas gera\u00e7\u00f5es: <em><a href=\"https:\/\/unenvironment.widen.net\/s\/ffjvzcfldw\/ecosystem-restoration-playbook?fbclid=IwAR0Iv-bVAgqPjyTztWAVGIRyk01k2KDJcDP1rrryXg0SUQb5AkMVjHdJjvs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Ecosystem Restoration Playbook<\/a><\/em>, desenvolvido para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2021. #generationrestoration<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3158} -->\r\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"464\" class=\"wp-image-3158\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png 678w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook-300x205.png 300w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/figure>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Uma \u00e1rvore para chamar de sua<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Vale assistir ao depoimento da primat\u00f3loga Jane Goodall, durante o lan\u00e7amento da iniciativa Um Trilh\u00e3o de \u00c1rvores. As descobertas da cientista, nascida em 1931, mudaram a compreens\u00e3o humana sobre os chimpanz\u00e9s. Neste v\u00eddeo, ela responde \u00e0s pessoas que perguntam o que podem fazer para ajudar: &#8220;Plante uma \u00e1rvore&#8221;. E sugere que deem um nome para a planta, assim como ela fez com os chimpanz\u00e9s que estudou:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/youtube -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Muriqui e carbono<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Com o hist\u00f3rico de tr\u00eas inc\u00eandios em menos de 10 anos, a Mata do Barreiro Rico, no munic\u00edpio paulista de Anhembi, \u00e9 um dos \u00faltimos habitats do muriqui-do-sul, o maior macaco das Am\u00e9ricas. A esp\u00e9cie est\u00e1 criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN). Por esses motivos, a floresta foi escolhida para a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o do Programa Mata Viva, criado em 1984 pela Funda\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Eco, mantida pela Basf. O investimento j\u00e1 realizado de R$ 100 mil tem o objetivo de promover a conectividade dos fragmentos florestais da regi\u00e3o, por meio do plantio de 8.500 mudas.\u00a0<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Estima-se que a restaura\u00e7\u00e3o realizada em cinco hectares da mata remover\u00e1 cerca de 1.200 toneladas de carbono da atmosfera ao longo do ciclo de seu desenvolvimento. Por meio de uma ferramenta do\u00a0<strong>SustenBot<\/strong>, a calculadora da pegada de carbono desenvolvida pela funda\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel calcular as emiss\u00f5es de CO<sub>\u00b2<\/sub>\u00a0geradas por indiv\u00edduo ou organiza\u00e7\u00e3o, e compens\u00e1-las por meio de doa\u00e7\u00f5es de mudas para restaura\u00e7\u00e3o florestal junto ao Programa Mata Viva.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3160,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" class=\"wp-image-3160\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\r\n<figcaption>Muriqui na Mata do Barreiro Rico, em Anhembi (SP). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Aprofunde-se<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>Aqui, um <a href=\"https:\/\/www.forestlandscaperestoration.org\/images\/gpflr_final%2027aug.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem (abre numa nova aba)\">dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem<\/a> (em ingl\u00eas). Confira os n\u00fameros:<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:image {\"id\":3161,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"373\" height=\"465\" class=\"wp-image-3161\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png 373w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros-241x300.png 241w\" sizes=\"(max-width: 373px) 100vw, 373px\" \/><\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>E neste relat\u00f3rio preparado pelo WWF, voc\u00ea encontra um <a href=\"https:\/\/www.wwf.de\/fileadmin\/fm-wwf\/Publikationen-PDF\/WWF-Studie-FLR-The-Roles-of-Governance-and-Economics.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"estudo de casos no mundo (abre numa nova aba)\">estudo de casos no mundo<\/a>.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/leXZ_U5wGkk<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n<p><strong>O sonho de ser refloresta<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Depois de Refazenda, veio a Refloresta, m\u00fasica de Gilberto Gil para o Instituto Terra. O instituto, criado em 1998 por L\u00e9lia Wanick e Sebasti\u00e3o Salgado, \u00e9 voltado para a restaura\u00e7\u00e3o ambiental e o desenvolvimento rural sustent\u00e1vel do Vale do Rio Doce. Porque manter em p\u00e9 o que resta n\u00e3o basta. (Re)veja o clipe:<\/p>\r\n\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YAQxp-rkFVM\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YAQxp-rkFVM<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Uma futura pandemia poderia vir da Amaz\u00f4nia?<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>A resposta \u00e9 sim, segundo <a href=\"https:\/\/www.iis-rio.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/portuguese-pandemic-prevention-in-the-amazon-2021.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">este relat\u00f3rio da Conserva\u00e7\u00e3o Internacional<\/a>. Embora seja considerada atualmente uma \u00e1rea de baixo cont\u00e1gio, a Amaz\u00f4nia possui caracter\u00edsticas como alta diversidade de animais selvagens hospedeiros de v\u00edrus, combinadas a taxas crescentes de desmatamento e degrada\u00e7\u00e3o florestal. Por isso, a regi\u00e3o deve ser considerada como alta prioridade para os esfor\u00e7os globais de preven\u00e7\u00e3o a futuras pandemias. O estudo sugere a\u00e7\u00f5es importantes para manter o cont\u00e1gio baixo na Amaz\u00f4nia e traz recomenda\u00e7\u00f5es para pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Confira abaixo o mapa de <em>hotspots<\/em> de doen\u00e7as infecciosas emergentes (EID, na sigla em ingl\u00eas)<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:image {\"id\":3163} -->\r\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"733\" height=\"494\" class=\"wp-image-3163\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/hotspots.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/hotspots.png 733w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/hotspots-300x202.png 300w\" sizes=\"(max-width: 733px) 100vw, 733px\" \/><\/figure>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Dicas<\/strong>:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Dez regras de ouro para o reflorestamento, segundo Pedro Brancalion, professor da Esalq-USP:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/youtu.be\/gC5_Vu_VQuI\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/gC5_Vu_VQuI<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/youtube -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><!-- \/wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Como usar o Observat\u00f3rio da Restaura\u00e7\u00e3o e Reflorestamento:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/youtu.be\/1MM5cUqdDZs\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/1MM5cUqdDZs<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>A Mata Atl\u00e2ntica d\u00e1 o tom<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Acesse <a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/florestas\/podcast-tom-da-mata-traz-historias-sobre-restauracao-da-mata-atlantica\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">aqui os podcasts<\/a> do Tom da Mata, um projeto do <a href=\"https:\/\/www.pactomataatlantica.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Pacto para a Restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica<\/a>. A s\u00e9rie d\u00e1 voz a pessoas envolvidas com a restaura\u00e7\u00e3o do bioma mais desmatado do Brasil, desde artistas e celebridades engajadas no plantio de \u00e1rvores at\u00e9 t\u00e9cnicos e pesquisadores acad\u00eamicos. O Pacto, por sua vez, \u00e9 um movimento de organiza\u00e7\u00f5es e produtores para recuperar a cobertura florestal da Mata Atl\u00e2ntica. As estimativas do Pacto s\u00e3o de que <a href=\"https:\/\/wribrasil.org.br\/pt\/blog\/2019\/07\/por-que-mata-atlantica-e-o-lugar-ideal-para-restauracao-de-florestas-e-paisagens\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">mais de 700 mil hectares de florestas<\/a> j\u00e1 est\u00e3o em restaura\u00e7\u00e3o em todo o bioma. A meta \u00e9 atingir 15 milh\u00f5es de hectares restaurados at\u00e9 2050.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Papel do governo<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Lan\u00e7ado pelo governo em 2017, o Plano Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o da Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa (Planaveg) visa ampliar e fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas, incentivos financeiros, mercados, tecnologias de recupera\u00e7\u00e3o, boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias e outras medidas necess\u00e1rias para a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, principalmente em \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) e Reserva Legal (RL), mas tamb\u00e9m em \u00e1reas degradadas com baixa produtividade agr\u00edcola. <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mma\/pt-br\/assuntos\/servicosambientais\/ecossistemas-1\/conservacao-1\/politica-nacional-de-recuperacao-da-vegetacao-nativa\/planaveg_plano_nacional_recuperacao_vegetacao_nativa.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Acesse o plano aqui (abre numa nova aba)\">Acesse o plano aqui<\/a>.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Um agricultor-fil\u00f3sofo<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Em 1978, ao lan\u00e7ar o livro <em>The One-Straw Revolution <\/em>(ou <em>A <\/em><em>revolu\u00e7\u00e3o de uma <\/em><em>palha<\/em>, em tradu\u00e7\u00e3o livre), o agricultor Masanobu Fukuoka (1913-2008) falou diretamente com o crescente movimento de agricultores org\u00e2nicos e ativistas que buscavam um novo modo de vida. Crescido em uma fazenda na ilha de Shikoku, no Jap\u00e3o, ele chamou o m\u00e9todo de &#8220;agricultura natural&#8221;, que envolvia trabalhar com a natureza, e n\u00e3o em oposi\u00e7\u00e3o a ela.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Fukuoka passou anos trabalhando com pessoas e organiza\u00e7\u00f5es na \u00c1frica, \u00cdndia, Sudeste Asi\u00e1tico, Europa e Estados Unidos para provar a viabilidade de cultivar alimentos e regenerar florestas com muito pouca irriga\u00e7\u00e3o nos lugares mais desolados.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Seu \u00faltimo livro, <em>Sowing Seeds in the Desert <\/em>(ou <em>Semeando <\/em><em>sementes no <\/em><em>deserto<\/em>), \u00e9 um somat\u00f3rio daqueles anos de viagens e pesquisas. Na obra, apresenta um plano para reabilitar os desertos do mundo usando a agricultura natural, incluindo solu\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas para alimentar uma crescente popula\u00e7\u00e3o humana, reabilitar paisagens danificadas, reverter a propaga\u00e7\u00e3o da desertifica\u00e7\u00e3o e fornecer uma compreens\u00e3o profunda da rela\u00e7\u00e3o entre os seres humanos e a natureza. Conhe\u00e7a mais sobre os ensinamentos de Fukuoka neste pequeno document\u00e1rio de 1975:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m6xXmkRGHoM<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Agricultura regenerativa \u2013 do que estamos falando?<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>A\u00a0 express\u00e3o \u201cagricultura regenerativa\u201d caiu na gra\u00e7as do mundo empresarial. Mas o que significa mesmo? Seria apenas um termo repaginado da velha e boa agrofloresta? <a href=\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Este estudo (abre numa nova aba)\">Este estudo<\/a>, em ingl\u00eas, mostra que sobram dissensos tanto sobre seus fundamentos quanto as formas pelas quais seus benef\u00edcios devem ser quantificados. As discord\u00e2ncias incluem temas como o poder de mercado, a equidade racial e a propriedade da terra. Quase metade dos artigos de peri\u00f3dicos acad\u00eamicos que usam o termo &#8220;agricultura regenerativa&#8221; n\u00e3o fornece nenhuma defini\u00e7\u00e3o. Saiba mais:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/wordpress {\"url\":\"https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/\",\"type\":\"wp-embed\",\"providerNameSlug\":\"the-counter\",\"className\":\"\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-the-counter\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/thecounter.org\/regenerative-agriculture-racial-equity-climate-change-carbon-farming-environmental-issues\/<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/wordpress -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o restaura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Um guia pr\u00e1tico, acess\u00edvel e engajador para as novas gera\u00e7\u00f5es: <em><a href=\"https:\/\/unenvironment.widen.net\/s\/ffjvzcfldw\/ecosystem-restoration-playbook?fbclid=IwAR0Iv-bVAgqPjyTztWAVGIRyk01k2KDJcDP1rrryXg0SUQb5AkMVjHdJjvs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\">Ecosystem Restoration Playbook<\/a><\/em>, desenvolvido para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2021. #generationrestoration<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3158} -->\r\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"464\" class=\"wp-image-3158\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook.png 678w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/playbook-300x205.png 300w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/figure>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Uma \u00e1rvore para chamar de sua<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Vale assistir ao depoimento da primat\u00f3loga Jane Goodall, durante o lan\u00e7amento da iniciativa Um Trilh\u00e3o de \u00c1rvores. As descobertas da cientista, nascida em 1931, mudaram a compreens\u00e3o humana sobre os chimpanz\u00e9s. Neste v\u00eddeo, ela responde \u00e0s pessoas que perguntam o que podem fazer para ajudar: &#8220;Plante uma \u00e1rvore&#8221;. E sugere que deem um nome para a planta, assim como ela fez com os chimpanz\u00e9s que estudou:<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:core-embed\/youtube {\"url\":\"https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE\",\"type\":\"video\",\"providerNameSlug\":\"youtube\",\"className\":\"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"} -->\r\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/X6rq292kyRE<\/div>\r\n<\/figure>\r\n<!-- \/wp:core-embed\/youtube -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Muriqui e carbono<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Com o hist\u00f3rico de tr\u00eas inc\u00eandios em menos de 10 anos, a Mata do Barreiro Rico, no munic\u00edpio paulista de Anhembi, \u00e9 um dos \u00faltimos habitats do muriqui-do-sul, o maior macaco das Am\u00e9ricas. A esp\u00e9cie est\u00e1 criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN). Por esses motivos, a floresta foi escolhida para a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o do Programa Mata Viva, criado em 1984 pela Funda\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Eco, mantida pela Basf. O investimento j\u00e1 realizado de R$ 100 mil tem o objetivo de promover a conectividade dos fragmentos florestais da regi\u00e3o, por meio do plantio de 8.500 mudas.\u00a0<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>Estima-se que a restaura\u00e7\u00e3o realizada em cinco hectares da mata remover\u00e1 cerca de 1.200 toneladas de carbono da atmosfera ao longo do ciclo de seu desenvolvimento. Por meio de uma ferramenta do\u00a0<strong>SustenBot<\/strong>, a calculadora da pegada de carbono desenvolvida pela funda\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel calcular as emiss\u00f5es de CO<sub>\u00b2<\/sub>\u00a0geradas por indiv\u00edduo ou organiza\u00e7\u00e3o, e compens\u00e1-las por meio de doa\u00e7\u00f5es de mudas para restaura\u00e7\u00e3o florestal junto ao Programa Mata Viva.<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:image {\"id\":3160,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" class=\"wp-image-3160\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Muriqui-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\r\n<figcaption>Muriqui na Mata do Barreiro Rico, em Anhembi (SP). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p><strong>Aprofunde-se<\/strong><\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>Aqui, um <a href=\"https:\/\/www.forestlandscaperestoration.org\/images\/gpflr_final%2027aug.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem (abre numa nova aba)\">dossi\u00ea sobre restaura\u00e7\u00e3o florestal e de paisagem<\/a> (em ingl\u00eas). Confira os n\u00fameros:<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:image {\"id\":3161,\"align\":\"center\"} -->\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"373\" height=\"465\" class=\"wp-image-3161\" src=\"http:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros.png 373w, https:\/\/www.p22on.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/restauracao-florestal-e-de-paisagem-em-numeros-241x300.png 241w\" sizes=\"(max-width: 373px) 100vw, 373px\" \/><\/figure>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:image -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<!-- wp:list -->\r\n<ul>\r\n<li>E neste relat\u00f3rio preparado pelo WWF, voc\u00ea encontra um <a href=\"https:\/\/www.wwf.de\/fileadmin\/fm-wwf\/Publikationen-PDF\/WWF-Studie-FLR-The-Roles-of-Governance-and-Economics.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"estudo de casos no mundo (abre numa nova aba)\">estudo de casos no mundo<\/a>.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<!-- \/wp:list -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><!-- \/wp:paragraph -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Compila\u00e7\u00e3o: por Am\u00e1lia Safatle_ Foto: Robert Anasch\/ Unsplash Dicion\u00e1rio &nbsp; Agricultura sintr\u00f3pica \u2013 segundo o criador desse conceito, o su\u00ed\u00e7o Ernst G\u00f6tsch, \u00e9 um sistema que re\u00fane, na mesma \u00e1rea, a produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as, frutas e madeira, al\u00e9m de recuperar \u00e1reas degradadas e proteger o meio ambiente. 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